Privacidade na Internet: maio 2015

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quarta-feira, 13 de maio de 2015

5 Dicas de Edward Snowden para proteger sua privacidade na internet


Edward Snowden, ex-técnico da CIA e ex-consultor da Agência Nacional de Inteligência (NSA) que assumiu o vazamento de dados de ciberespionagem nos Estados Unidos (Foto: Getty Images) 
Edward Snowden, ex-técnico da CIA e ex-consultor da Agência Nacional de Inteligência (NSA) que assumiu o vazamento de dados de ciberespionagem nos Estados Unidos (Foto: Getty Images)
Você não precisa se preocupar com a privacidade na internet a não ser que tenha algo a esconder, certo? Bom, não é bem assim. Na web, cada pessoa faz parte de uma teia com pelo menos três graus. Funciona dessa maneira: se um usuário tem 190 amigos no Facebook, ela está conectada a mais de 5 milhões de pessoas, considerando as conexões amigos de amigos de amigos.
Ou seja, existem inúmeras organizações coletando os seus dados, os anunciantes, as redes sociais, as empresas de e-mail, o governo e muito mais.
Para Edward Snowden, a privacidade online deveria ser uma preocupação de todos os usuários da rede. O site americano Inc. reuniu algumas dicas que Snowden deu em entrevistas e que podem ajudar você a se proteger:

Leia mais:

Entenda a Lei do Marco Civil da Internet


O Marco Civil da Internet (MCI) é uma lei que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres dos usuários da Internet. É uma espécie de “Constituição da Internet”. A elaboração de um projeto com este teor se fez necessária porque, após dezoito anos de uso da Internet no Brasil, não havia qualquer lei que estabelecesse diretrizes para proteger os seus direitos. Sem o Marco Civil, havia um cenário em que o Judiciário não tinha uma legislação para apoiar suas decisões em casos de disputas judiciais. Você sabia que, quando você encerra seu perfil numa rede social, seus dados pessoais ainda ficam guardados? Pois é. Um dos avanços propostos pelo Marco Civil é a exclusão definitiva dessas informações. Os dados são seus, não de terceiros.

O Marco Civil da Internet chegou à Câmara como o PL 2126/2011. Ele começou a ser elaborado em 2009 pelo Ministério da Justiça, em colaboração com o Centro de Tecnologia e Sociedade, da Fundação Getulio Vargas, bem como com a participação direta da sociedade civil, por meio de colaboração on-line direta e aberta. Após extensa consulta pública, com mais de 2.300 contribuições, o projeto foi encaminhado ao Congresso Nacional em 2011 e o deputado Molon foi designado seu relator em 2012. Para elaborar o seu relatório e aperfeiçoar ainda mais o projeto, Molon viajou o país em sete audiências públicas, nas quais ouviu representantes de 60 instituições, dos mais diversos setores, como empreendedores, acadêmicos, operadoras telefônicas, ativistas, órgãos de governo, artistas, empresas de tecnologia, dentre outros.

Dicas para manter a sua privacidade na internet


Introdução

A internet é um meio de comunicação bastante eficiente: qualquer pessoa pode criar seu espaço para, a partir daí, se fazer conhecer ou interagir socialmente de maneira rápida e abrangente. O problema é que esta riqueza de possibilidades tem o seu preço: assim como no "mundo de tijolo e cimento", a internet também é um território perigoso e que requer cuidados. Alguns deles dizem respeito à sua intimidade. Para te ajudar em relação a este aspecto, o InfoWester apresenta a seguir algumas dicas simples, mas importantes para a sua privacidade on-line.

Antes, o que é privacidade?

Definir privacidade está longe de ser uma tarefa fácil, dadas as inúmeras interpretações possíveis. No entanto, no contexto do tema abortado neste texto, podemos entender a privacidade como o controle que uma pessoa tem diante da disponibilização de informações sobre si mesma, de forma a evitar que estes dados acabem revelando detalhes muito particulares sobre o seu cotidiano ao ponto de expô-la indevidamente ou prejudicá-la no meio em que vive.

Por que devo me preocupar com a minha privacidade na internet?

Privacidade O que você faria se alguém te parasse na rua e quisesse saber onde você mora, quem são os seus amigos, quais os seus lugares preferidos, quanto você ganha, que bens você tem? São informações muito particulares e, uma vez que as intenções da pessoa não estão claras, você certamente tentará se desvencilhar dela.
Está certo, é necessário mesmo agir assim, afinal, para que pessoas ou instituições com intenções suspeitas tenham êxito em suas ações, elas precisam obter o máximo possível de detalhes sobre os seus "alvos". O problema é que nas ruas tomamos os devidos cuidados, mas na internet muitas vezes entregamos estas informações de "mão beijada", sem sequer sermos questionados.
Como se não bastasse, há um agravante perturbador: o que você revela sobre si na internet pode ser acessado por um número muito grande de pessoas ou organizações, não importando as barreiras geográficas. Por isso, você precisa mesmo zelar pela sua privacidade on-line. Sendo assim, vamos às dicas!
Leia mais:

A fragilidade da privacidade na era digital


            Nos últimos anos, a internet foi incorporada à vida de milhões de pessoas em todo o mundo e com ela, inúmeros benefícios foram trazidos à sociedade, como a facilidade de comunicação, o acesso e compartilhamento de informações. Mas, sem os cuidados necessários, essa tecnologia também pode apresentar sérios riscos à segurança do internauta. Nos dias atuais, as pessoas cada vez mais trocam dados por meio eletrônico. As novas tecnologias propiciam diferentes tipos de escândalo gerando danos exponenciais. Estamos em um momento de transição em que as relações humanas se tornam cada vez mais interativas através dos dispositivos móveis de comunicação, porém, estamos nos tornando cada vez mais vulneráveis aos ataques a nossa esfera de privacidade.
           Se lançarmos um olhar sobre esta transição veremos que um dos grandes desafios será o de preservar a reputação e a privacidade diante de um ambiente de interconexão provocado pela revolução tecnológica que cria uma esfera pública nova desafiando a credibilidade por parte de pessoas físicas e jurídicas neste novo ambiente social. A reputação pessoal e das empresas é um patrimônio inestimável que deve ser encarado como uma poupança, onde se procura acumular valores diante da percepção do público que ora está sendo potencializada através da internet.
          Temos que admitir que certas horas nos comportamos como primatas high-tech, pois o brasileiro de forma geral adora tecnologia, tem um perfil essencialmente exibicionista, o que contrasta com o seu pouco conhecimento sobre a vulnerabilidade do excesso de exposição da sua privacidade pelo meio eletrônico. Imagens captadas de relacionamentos amorosos, duradouros ou não, tem sido reiteradas vezes utilizadas por um companheiro que se sente fraco emocionalmente com o término de um relacionamento e opta por extrapolar sua angústia para um público incalculável pela internet, o que proporciona danos potencializados que vem sendo reparados com a devida identificação dos culpados. A falsa de anonimato sensação propiciada pela tecnologia, somada ao desconhecimento das leis vigentes, atrai os infratores para a prática de ilícitos que vem sendo cada vez mais desvendados e punidos pela Justiça Brasileira.

Fonte de pesquisa: http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=7967

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Privacidade digital

       
       O significado do termo privacidade é bastante subjetivo, pois apresentam significados completamente diferentes entre duas pessoas ainda que elas estejam no mesmo grupo étnico cultural. Uma das definições, é que a privacidade é a habilidade de uma pessoa em controlar a exposição disponibilidade de informações e acerca de si e se relaciona com a capacidade de existir na sociedade de forma anônima podendo se utilizar de um pseudônimo ou de uma identidade falsa. Portanto, privacidade é ter controle sobre as informações existentes sobre si e exercer este controle de forma consistente com seus interesses e valores pessoais.
        A privacidade digital é a habilidade de uma pessoa em controlar a exposição e a disponibilidade de informações seja dela, de um conhecido ou até mesmo de um desconhecido, na internet, através das sites de compartilhamento e redes sociais. A atual arquitetura da internet permite o desenvolvimento de novas tecnologias de controle de informações, alterando a forma de como cada pessoa ver a privacidade.
            A revolução da tecnologia da informação modificou a realidade social, penetrando em todas as esferas da atividade humana gerando novas relações a serem reguladas pelo sistema jurídico. A falta de leis consolidadas com relação a privacidade digital exige que cada indivíduo esteja preparado para enfrentar as novas situações e a invasão de privacidade decorrentes dessa nova visão sobre a privacidade ocasionadas com o surgimento de novas tecnologias informacionais.
         O surgimento das redes sociais e sites de compartilhamento aumentaram os riscos de um indivíduo ter a privacidade violada na sociedade atual, principalmente pela divulgação direta e indireta de dados pessoais. A partir dessas redes sociais e de sites de compartilhamento, as empresas buscam informação sobre os usuários e oferecem produtos e serviços de acordo as preferências deduzidas através das informações colhidas.

Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Privacidade_digital
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